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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Livros apresentados na biblioteca e Consciência Negra

Em novembro, apresentamos na biblioteca os seguintes livros relacionados ao tema "Cultura negra"

Bichos da África 3 de Rogério Andrade Barbosa





Entremeio sem babado de Patrícia Santana.





O cabelo de Lelê de  Valeria Belém.

(ilustração interna do livro)

Algumas turmas assistiram um vídeo retirado do site
http://www.acordacultura.org.br/


Este vídeo conta uma história africana, originária de Ketu, que no início de tudo havia o Orum, o espaço infinito, e lá vivia o deus supremo Olorum...(para saber como continua a lenda basta assistir o vídeo).
http://www.acordacultura.org.br/mojuba/orixa/ponte-entre-o-orum-e-o-aiy%C3%AA

domingo, 23 de novembro de 2008

Celebração à música brasileira (22/11 dia da música)

No dia da celebração da Consciência Negra na Escola (08/11) a música esteve presentes nas apresentações.
A riqueza e a diversidade da música brasileira deve-se imensamente aos negros que mesmo sendo escravos não esqueceram de suas canções e ritmos e continuaram a cantá-las. Assim o legado do povo negro percorreu e atravessou a escravidão, o tempo, o território brasileiro, e hoje encontramos nos mais diferentes estilos da música brasileira a influência da cultura africana.
Abaixo foto da apresentação da turma da professora Abrilina que dançou a música "Mamãe Oxum".
A introdução da música foi feita pela professora Suzi(que cantou maravilhosamente bem).


Mamãe Oxum

Zeca Baleiro
Domínio Popular

Eu vi mamãe oxum na cachoeira

Sentada na beira do rio

Colhendo lírio lirulê

Colhendo lírio lirulá

Colhendo lírio

Pra enfeitar o seu congá


Ê areia do mar que o céu serena

Ê areia do mar que o céu serenou

Na areia do mar mar é areia

Maré cheia ê mar marejou

Música de domínio Público cantada por Zeca Baleiro apresenta referências ao candomblé e ao catolicismo.
O início da música há uma oração falada por Zé Santos, gravada no terreiro de Santa Bárbara, Codó, Maranhão:
“(...) vamos conceber mente a essa gira/abrimos mesmo as nossas porta, as nossas estrada, como a nós abre nossas corrente de navegar, pra que mente nesse momento seja resistente nossa corrente riar e o ponto e o guia do caboclo saravá, com nome de Deus, saravá”. (introdução da música)

Abaixo: Foto da oficina de Grafite realizada como os alunos do III ciclo pelo professor Luís. Homenagem à música (desenho escolhido e grafitado pelos alunos em uma das paredes da Escola).



Outra apresentação neste dia envolveu todas as turmas do I ciclo. A música cantada pelos alunos foi "Sorriso negro" e durante a semana que aconteceram os ensaios a Escola foi tomada pelo som contagiante da música.

Sorriso negro

Um sorriso negro,

um abraço negro

Traz ... felicidade

Negro sem emprego, fica sem sossego

Negro é a raiz da liberdade

.. Negro é uma cor de respeito

Negro é inspiração

Negro é silêncio é luto

negro é ... a solução

Negro que já foi escravo

Negro é a voz da verdade

Negro é destino é amor

Negro também é saudade... (um sorriso negro!)



Alunos do I ciclo apresentando-se com a música "Sorriso Negro"

quinta-feira, 20 de novembro de 2008



Dia 20 de Novembro dia da Consciência Negra

Nos últimos anos, os professores no 3º trimestre estão incluindo em seus planos e propostas a temática da Consciência Negra.

No sábado integrador destinado à temática, ocorrido no dia 08 de novembro, organizou-se oficinas, abertas à participação dos alunos de nossa Escola:


I Ciclo: Culinária, Máscaras e Contos Africanos.

II Ciclo: Boneca Abavomi, Contos Africanos, Painel de símbolos Adinka.

III Ciclo: Batique, Artesanato: A Boneca Pretinha, Pesquisa e Jogos de informática sobre história e cultura dos povos africanos.




Outra oficina realizada neste dia foi sobre as religiões de matriz africana. Um babalorixá que desenvolve trabalhos sociais com crianças de nossa comunidade, foi convidado a vir até a Escola, e conversou com nossos alunos.

Babarolixá Diba

terça-feira, 11 de novembro de 2008

I- Consciência Negra*

Contos da aranha: Anansi, o velho sábio


Neste mês, estamos aprofundando a temática da “Consciência negra” na Escola, e escolhemos para contar para os alunos a história: “Anansi, o velho sábio - Um conto Axânti recontada por Kaleki”.

Este conto é originário do povo Axânti que vive em Gana, na África, e foi sendo repassado pelos anciãos, através da tradição oral.

O Griô é um personagem central na sociedade Africana, é o guardião da memória, o contador de histórias, o responsável de repassar, divertir e ensinar os mais novos sobre as questões que todos os seres humanos se colocam e se perguntam ao longo de suas vidas. No livro quem vai evocar a memória e nos apresentar o conto da aranha é um Griô.

A história da aranha para o povo Axânti, é considerada o conto dos contos, pois explica como as histórias apareceram na terra, mostra que para alcançar nossos objetivos é necessário refletir, olhar para a natureza que nos cerca, ouvir as sugestões dos outros e levar em conta sempre a sabedoria das mulheres.

Aviso aos navegantes:

* No mês de novembro o nosso blog estará apresentando diversos trabalhos que foram realizados na Escola com a temática da Consciência Negra e fotos sobre o último sábado integrador na Escola. Acompanhem....